Paróquia São Jorge acolhe relíquias de São Francisco de Assis

A Paróquia São Jorge abrigou as relíquias de São Francisco de Assis em três de suas comunidades, neste mês de maio. A igreja matriz de São Jorge e as comunidades de Santa Clara e de São Francisco de Assis foram as escolhidas para receber as relíquias que estão em peregrinação em comemoração pelo jubileu dos 800 anos da Ordem Franciscana Secular (a Terceira Ordem Franciscana), que ocorrerá em 2021.

A peregrinação das relíquias, por todas as fraternidades franciscanas existentes no Brasil, foi uma forma que o Conselho Nacional da Ordem Franciscana Secular (OFS) encontrou para comemorar os 800 anos da ordem. Além das relíquias, formada por fragmentos de ossos de São Francisco, uma imagem do santo segue em peregrinação. Tanto as relíquias, quanto a imagem vieram de Assis, na Itália.

A peregrinação teve início na fraternidade das Chagas do Seráfico Pai São Francisco, em São Paulo, no dia 20 de setembro de 2015 e deverá terminar em 2021, ano jubilar, depois de ter visitado todas as fraternidades de todos os estados brasileiros.

Conforme o pároco de São Jorge, José Maria Botelho, São Francisco é um santo conhecido pelos cristãos e não cristãos, e muitas pessoas têm um carinho muito especial por ele e por tudo o que ele representa. Além disso, São Francisco também foi escolhido para ser o patrono da grande família franciscana.

“Para nós, franciscanos, ter essas relíquias no meio de nossas comunidades significa mais do que uma foto, uma representação, significa realmente a parte de uma pessoa. Nós temos aqui entre nós o pedaço de uma pessoa, de um santo para a nossa veneração. Ele foi venerado em vida pelas graças que intermediou e nós temos a alegria de ter uma parte dele em nosso meio. Ele que foi para nós exemplo de santidade. A santidade deve fazer parte da nossa vida e São Francisco deve ser sempre um exemplo para nós”, afirmou.

Frei José Maria conclamou a todos os fiéis a, inspirados pela presença, pela contemplação das relíquias, seguir os ensinamentos de Jesus e a amar sempre mais e com qualidade. “Foi uma grande graça extraordinária para nós termos as relíquias entre nós. Não se sabe em quanto tempo iremos ter a graça de ver isso novamente e nos alegra o fato de elas terem vindo e ficado conosco em nossa paróquia. Isso tudo deve servir para nosso fortalecimento espiritual e da nossa fé na caminhada”, finalizou.

 

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