Paróquia São Jorge dá viva a São Sebastião

A CEB São Sebastião iniciou a comemoração no dia do santo padroeiro com uma procissão que saiu do cruzamento das ruas Raimundo de Moraes e Clotilde Pinheiro, às 18h, que percorreu algumas vias do bairro. O percurso contou com quatro paradas, onde foram feitas orações e preces. Umas dessas paradas foi realiza em frente a Escola Estadual Zulmira Bittencourt, onde as orações foram direcionadas para os jovens e estudantes. A procissão seguiu até a chegar igreja de Sant’Ana, localizada na rua Humberto de Campos.

A celebração da palavra foi presidida pelo ministro Perdigão, que na partilha do Evangelho enfatizou que o vinho, o primeiro milagre de Jesus realizado nas Bodas de Caná, representa o amor. Em seguida, jovens da catequese de São Sebastião fizeram uma encenação contando a história padroeiro.

Ao final da celebração foram feitos, pela CEB São Sebastião, os agradecimentos às comunidades presentes e, especialmente, a comunidade Sant’Ana pela ajuda para a realização dos festejos em honra ao santo.

O encerramento da festividade foi com a partilha de salgados, bolos, sucos e refrigerantes para todos os fiéis presentes na igreja.

Vida de São Sebastião

São Sebastião nasceu na cidade de Narbonne, na França, por volta do ano de 256 d. C., e faleceu aproximadamente no ano de 286 d. C. Ele foi também um cidadão de Milão, na Itália.

O nome Sebastião é uma derivação do termo grego sebastós que é o mesmo que “divino”. Ele foi um soldado que serviu o exército romano e que tinha, como propósito, o ideal de afirmar o coração dos cristãos que se enfraqueceram devido às torturas sofridas.

Ainda que fosse estimado pelos imperadores Dioclesiano e Maximiano, a ponto de ter sido designado como o capitão da guarda pessoal ou “Guarda Pretoriana”, acabou enfurecendo-os devido as suas atitudes brandas com os prisioneiros cristãos, o que fez com que acreditassem que São Sebastião era um traidor do Império.

O imperador ordenou que ele renunciasse a sua fé em Jesus Cristo e como Sebastião não obedeceu, Maximiano impiedosamente mandou que o matassem de forma cruel na frente de todos para que servisse de exemplo. Cumprindo as ordens, os arqueiros começaram a ataca-lo com as suas flechas, enquanto ele permanecia desnudo amarrado em um poste.

Entretanto, o feriram de forma que ele sangrasse até a morte. Inacreditavelmente, São Sebastião conseguiu sobreviver e com o auxílio de Irene (mais tarde, Santa Irene) – que era uma cristã fervorosa – o escondeu e cuidou dele até ficar completamente curado.

Quando se recuperou voltou a evangelizar e se apresentou a Maximiano para que ele parasse com a perseguição aos cristãos. O imperador, por sua vez, ordenou que o açoitassem até a morte e, em seguida, o jogassem em uma fossa. E assim ele acabou morrendo.

Por Hedre José

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