Casamento comunitário une sete casais e fortalece famílias

Por Michele Gouvêa

Na noite desta sexta-feira (28), sete casais confirmaram suas uniões por meio do sacramento do matrimônio na Paróquia São Jorge. Carlos Alberto e Paula Gabrielly, Jáci Walace e Kátia Regina, João Batista e Francisca Narciso, Jocifran de Oliveira e Elizângela da Silva, Mário Marcelo e Viviane Oliveira, Ricardo Narciso e Viulianny Cruz, Rui Barbosa e Célia Patrícia contraíram o matrimônio no casamento comunitário organizado pela Pastoral Familiar e na celebração presidida pelo pároco de São Jorge, frei Agostinho Odorizze.

A celebração iniciou com frei Agostinho falando de três desejos dele e de toda a comunidade para os casais e para as famílias que se fortaleceram após o SIM diante do Cristo ressuscitado e da assembleia: que Deus os acolha; que Deus os abençoe; e que Deus os mantenha sempre unidos. E prosseguiu dizendo que Deus se manifestou a eles desde o primeiro momento em que se viram e se manifesta ainda mais forte com a vontade de contrair o matrimônio e fortalecer a caminhada cristã.

“Isso aqui é coisa de Deus. Guardem com muito carinho esse momento. Vejo aqui as famílias. Casais que trazem seus filhos, avós que trazem seus netos para presenciarem e participarem deste momento de união e de fortalecimento dos laços da caminhada cristã. Tenham muito claro que o que fundamenta a vossa vida, a vossa caminhada é o amor”, disse.

Ele prosseguiu afirmando que Jesus vivenciou o amor e que os casais precisam vivenciar as exigências do amor de Deus na vida do casal se quiserem ter e ser a família que Deus quer. Para tanto ele enumerou três exigências do amor de Deus na vida do casal. A primeira é o perdão.

“Que nunca falte o perdão. A ausência do perdão, muitas vezes, impede que se possa viver e construir uma vida de casal. Perdão é misericórdia, é aquilo que nasce de dentro do vosso coração e nos conduz. Portanto, diante de alguma situação, nunca diga acabou, mas diga podemos recomeçar. Fica a marca, mas é possível continuar”, falou.

A segunda exigência do amor de Deus na vida do casal, conforme frei Agostinho, é o diálogo sincero, franco e verdadeiro. “Diálogo é aquele que a gente olha nos olhos, olha no rosto. O rosto é o lugar onde mais Deus se faz vivo, se faz presente. Na vida de família o eu não pode sobressair sobre o nós, e por isso, é preciso que haja diálogo e entendimento. O entendimento é a terceira exigência do amor de Deus na vida do casal. É preciso buscar o entendimento 24h por dia, 365 dias por ano, a vida toda busque o entendimento sempre”, indicou.

E ele terminou a homilia dizendo que é preciso que homem e mulher se cuidem, se amem e se respeitem mutuamente. “Você não escolheu aquele que Deus te deu, mas foi Deus quem escolheu. Esposas cuidem de seus maridos. Maridos cuidem de suas esposas. Se vocês fizerem isso, vocês vão construir a família que Deus quer que vocês construam”, disse.

Enfim, casados!

Após 32 anos de convivência, Francisca Narciso e João Batista foi um dos casais que contraiu matrimônio na Paróquia São Jorge nesta sexta-feira. Eles, que têm três filhos e quatro netos, sentiram a necessidade de oficializar diante de Deus o amor que os fez construir uma família há mais de três décadas. De acordo com ela, a consciência de que era preciso seguir os ensinamentos cristãos foi fundamental para que eles procurassem a Pastoral Familiar e participassem do casamento comunitário em São Jorge.

“Somos um casal de caminhada. Fazemos o terço na paróquia do Rio Preto da Eva, onde passamos boa parte dos nossos dias, frequentamos a igreja, nos dedicamos a Deus e sentimos a necessidade de oficializar a nossa união diante de Deus. Depois de 32 anos de convivência me sinto feliz por casar na igreja, me sinto mais em paz com o que Deus quer de nós”, disse Francisca.

 

 

2 comentários em “Casamento comunitário une sete casais e fortalece famílias

  • 29 de julho de 2017 em 08:59
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    Muito lindo… quando irá ter novamente?

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    • 3 de agosto de 2017 em 12:30
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      Olá Ariane. Somente ano que vem agora. Paz e bem!

      Resposta

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